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Guga puxa grito de guerra na comemoração da vitória do Brasil sobre a Rússia

Guga puxa grito de guerra na comemoração da vitória do Brasil sobre a Rússia

15/09/2012 - 19h20

Ao som de "Tropa de Elite", festa do Brasil tem grito de guerra puxado por Guga e dancinha de Melo

Rafael Krieger 
Do UOL, em São José do Rio Preto (SP)

Assim que Marcelo Melo e Bruno Soares venceram o jogo de duplas que definiu o confronto da repescagem da Copa Davis, o som da arena em São José do Rio Preto tocou a música “Tropa de Elite” Era para avisar que o Brasil estava de volta à primeira divisão do tênis depois de nove anos.

Fogos de artifício atrapalharam o discurso de Bruno Soares, que agradeceu ao público e disse: “Estamos de volta ao lugar que o Brasil merece”. Seu parceiro Marcelo Melo então tomou a palavra: “Este é um dos momentos mais felizes das nossas vidas. Se não fosse pela torcida de vocês, não estaríamos na primeira divisão”.

Melo ainda teve tempo de fazer uma dancinha combinada com a turma que veio de Minas Gerais para torcer por ele: mão na cabeça, uma reboladinha e muitas risadas de quem via o grandalhão de 2,03 m de altura. “Estávamos sempre batendo na trave, ano passado perdemos até match point, mas conseguimos o que todo mundo merecia”, completou Marcelo.

Enrolado na bandeira do Brasil e com papel picado no cabelo, o capitão João Zwetsch fez questão de lembrar dos outros tenistas que tentaram reerguer a equipe ao longo dos nove anos. “Essa é a verdadeira tropa de elite. Mas temos que agradecer a todos que participaram desse processo de reformulação: Ricardo Mello, Flavio Saretta, Marcos Daniel, André Sá, o próprio Guga, que jogou baleado contra a Áustria”.

Depois, Zwetsch fez questão de apresentar todos os integrantes da equipe, e na hora do jovem Leonardo Kirche, revelou-se um novo Joel Santana. “Ele só fala em inglês, tem esse problema. Fala aí, Kirche”, pediu o capitão. “Congratulations to the team and let’s go”, arranhou o jogador.

Por fim, o time inteiro formou uma roda, e coube a Gustavo Kuerten puxar o grito de guerra: “Quem manda aqui”?, berrou Guga. “Brasil!”, responderam os outros integrantes da equipe. O ex-número 1 do mundo esteve em São José do Rio Preto durante todo o confronto e foi citado pelo capitão como exemplo de jogador de Copa Davis.

“Nossos jogadores nunca deixaram de priorizar a Copa Davis. O Guga se sacrificava para representar o país e às vezes deixava de jogar seus torneios. Estava falando com os caras da Rússia e eles disseram que o Davydenko e o Youzhny não vieram porque é muito longe, prejudicaria o calendário deles”, contou João Zwetsch.

Coube ao assistente Daniel Melo, irmão de Marcelo Melo, encerrar o discurso e dar uma pista de qual será a casa do Brasil na Davis daqui para frente: “Espero que o nosso próximo confronto seja em casa, porque aqui a gente está invicto”



Escrito por Mario Georgetti - Coordenador às 21h40
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BRASIL VOLTA A ELITE DA COPA DAVIS

15/09/2012 - 17h54

Brasil vence nas duplas, faz 3 a 0 contra a Rússia e volta à elite da Davis após nove anos

Rafael Krieger 
Do UOL, em São José do Rio Preto (SP)
  • Comentários8

Marcelo Melo e Bruno Soares confirmaram o favoritismo contra a improvisada dupla russa formada por Alex Bogomolov Jr. e Teymuraz Gabashvili neste sábado, e marcaram o terceiro ponto do Brasil contra a Rússia no duelo válido pela repescagem da Copa Davis. Com a vitória por 3 a 0 e parciais de 7-5, 6-2 e 7-6 (7), os brasileiros asseguraram a vitória no confronto e a vaga na elite do tênis que não vinha desde 2003.Melo e Soares entraram em quadra com a tranquilidade do placar de 2 a 0 favorável ao Brasil, que na sexta-feira contou com as vitórias de Rogério Dutra Silva e Thomaz Bellucci nos primeiros jogos de simples. Para tentar se manter viva, a Rússia mudou sua dupla e colocou Gabashvili no lugar do novato Stanislav Vovk, como já era esperado. Mesmo assim, os brasileiros superaram o peso de decidir o confronto e fizeram a festa da torcida.

Após seis anos seguidos frequentando o Grupo Mundial, o Brasil entraria em uma fase conturbada da gestão do tênis, que teve o boicote de Gustavo Kuerten em 2004 e a subsequente queda de qualidade na safra de jogadores. Desde então, foram seis chances perdidas de voltar à primeira divisão, duas delas jogando em casa, incluindo a inesperada derrota para o Equador em Porto Alegre há dois anos.

Em São José do Rio Preto, coube à dupla Melo e Soares decretar o fim de um período de nove anos de decepções. Os brasileiros não sentiram a pressão ao entrarem na quadra e tiveram um começo arrasador, com duas quebras seguidas contra os russos. Mas, com 5 a 2 e saque a favor para fechar o primeiro set, a dupla brasileira vacilou, e acabou permitindo o empate dos russos.

Acontece que o Brasil contava com uma dupla que já foi top 10 do ranking, e que tem o atual campeão de duplas mistas do Aberto dos EUA, Bruno Soares. No momento mais crítico do set, eles voltaram a jogar no melhor nível e retomaram o controle da situação para fechar em 7 a 5 e abrir vantagem na partida.

O segundo set teve outro começo fulminante da dupla brasileira, que quebrou o saque dos russos logo no primeiro game e logo abriu 4 a 0, a exemplo da primeira parcial. Só que, desta vez, Melo e Soares mantiveram o ritmo forte até o final e não tiveram dificuldades para fechar por 6 a 2 em apenas 31 minutos.

Os russos voltaram mais concentrados no terceiro set, e a dupla brasileira ficou atrás no placar pela primeira vez. Na parcial mais equilibrada, os brasileiros erraram mais que o normal e chegaram a ter um set point contra quando perdiam por 6 a 5. Mas a definição foi para o tie-break, hora em que os brasileiros tentaram ser agressivos junto à rede. A estratégia deu certo no começo e o Brasil chegou ao primeiro match-point, mas desperdiçou. Na segunda oportunidade, com uma bola fora da Rússia, a dupla brasileira fechou o confronto. 

Já classificado para o Grupo Mundial, o Brasil espera o sorteio que acontece na próxima quarta-feira, às 7 horas de Brasília, para conhecer o adversário que vai enfrentar em fevereiro do ano que vem pela primeira rodada da divisão principal. Além do time brasileiro, apenas a Bélgica assegurou a vaga antecipada ao fazer 3 a 0 na Suécia neste sábado.

A equipe brasileira poderá enfrentar um dos oito cabeças-de-chave: Espanha (casa), Argentina (fora), Sérvia (sorteio), República Tcheca (casa), França (fora), Estados Unidos (fora), Croácia (casa) ou Áustria (casa). O mando de jogos é definido pelo revezamento, ou seja, como o Brasil enfrentou a Espanha pela última vez fora, o próximo duelo contra espanhóis será em casa. Em caso de confronto inédito, a definição vai para um sorteio.

No domingo, o Harmonia Tênis Clube em São José do Rio Preto tem outros dois jogos programados para acontecer a partir das 15 horas. Como já não fazem diferença para a definição do confronto, serão disputados em melhor de três sets. A princípio, Thomaz Bellucci enfrenta Igor Andreev, e Rogério Dutra Silva pega Teymuraz Gabashvili. Mas os capitães poderão fazer mudanças em relação às partidas previstas pelo sorteio inicial e deverão promover seus jogadores reservas para os “treinos de luxo” que encerrarão o fim de semana de Davis no interior paulista. 



Escrito por Mario Georgetti - Coordenador às 21h38
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15/09/2012 - 15h18

Guga admite saudade da Davis e revela que entregava pontos para ficar mais tempo curtindo a torcida

Rafael Krieger 
Do UOL, em São José do Rio Preto (SP)
  • Comentários21

Gustavo Kuerten treinou com a equipe brasileira da Copa Davis neste sábado em São José do Rio Preto, logo antes da dupla brasileira entrar em quadra para tentar definir o confronto contra a Rússia pela vaga no Grupo Mundial. Impossível não imaginar o ídolo voltando à quadra no domingo, com a vitória já decidida, em uma exibição para deleite do público. Guga não nega que pensou nisso, mas vai ficar só na vontade.

“Já comecei a treinar hoje. Se deixar eu jogo não só domingo, mas também se voltar ao Grupo Mundial”, brincou Guga em coletiva de imprensa antes de receber uma homenagem na quadra de Rio Preto. Ele descreveu a sua nostalgia dos tempos em que defendia o país na Copa Davis: “Isso é a melhor coisa do mundo para mim, poder alegrar uma torcida de 5 mil pessoas ou mais. Sinto muita falta”.

Copa Davis nesta sexta-feira

Foto 22 de 31 - Gustavo Kuerten acompanha ao lado de Larri Passos ao confronto entre Brasil e Rússia, em São José do Rio Preto Mais Luiz Pires/FOTOJUMP

Guga teve 34 vitórias e 18 derrotas enquanto defendeu o Brasil na Davis, e os jogos em casa foram os que mais marcaram o tenista. Ele revelou que, quando era possível, chegava a entregar pontos para os adversários para ficar mais tempo diante da torcida e não deixar o momento acabar, especialmente se o confronto já estava definido.

“Às vezes até prolongava mais o jogo, entregava um setzinho para ficar mais na quadra. Essa sensação é sensacional, o artista e o cantor talvez vivencia isso também, de entrar ali e sentir tanta energia. Eu gostava muito, e uma forma de minimizar isso é ficar próximo da equipe”, explicou Guga, que tem assistido aos jogos do confronto contra a Rússia à beira da quadra, no espaço reservado aos jogadores do time brasileiro. “Mas sempre respeitando a rotina de cada jogador, no ponto certo para contribuir, o que para mim já é um privilegio”, completou.

Bastou um simples treino da manhã de sábado com o reserva Bruno Sant’Anna na quadra da arena principal de Rio Preto para que um filme passasse na cabeça de Guga: “Estar ali dentro da quadra é muito impactante, ao mesmo tempo em que a gente não pensa em nada, passa na cabeça tudo por que passamos na carreira”.

Antes mesmo da definição do confronto contra a Rússia, Guga afirmou que vê o Brasil bem representado pela equipe atual: “Ontem já deu para perceber uma diferença gritante entre a nossa equipe e a deles, coisa que antes não se via. O grupo amadureceu muito. A equipe ainda é muito dependente do Thomaz [Bellucci], mas a dupla dá um equilíbrio legal”, opinou o ídolo, que chegou a jogar semifinal de Copa Davis e ajudou o Brasil a se manter no Grupo Mundial entre 1997 e 2003. 



Escrito por Mario Georgetti - Coordenador às 21h35
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IRMÃOS BRYAN CONQUISTAM O 12.º TÍTULO DE GRAND SLAM

 

Irmãos Bryan levam US Open e alcançam recorde
07/09/2012 às 15h12                  (0) comente

Divulgação
2012/duplas/irmaos_bryan_rebatem_usopen_int.jpg
Bob e Mike devolveram derrota do Australian Open

Nova York (EUA) - Parceria de maior sucesso na história do tênis, os irmãos Bob e Mike Bryan conquistaram o 81º título jogando juntos ao bater, nesta sexta-feira, o tcheco Radek Stepaek e o indiano Leander Paes na final do US Open, com parciais de 6/3 e 6/4, depois de 1h31 de confronto.

Com a conquista, os gêmeos norte-americanos levaram para casa um prêmio de 420 mil dólares e igualaram o recorde de 12 Grand Slam que pertencia aos australianos John Newcombe e Tony Roche. Apesar de tantas conquistas, os Bryan haviam passado em branco em Wimbledon, Roland Garros e Australian Open, onde foram derrotados na final por Stepanek/Paes.

Este foi o quarto troféu do US Open que os irmãos Bryan, que também saíram vitoriosos do evento em 2005, 2008 e 2010. Por sua vez, Bob igualou o compatriota John McEnroe em conquistas no Slam norte-americano, agora com oito para cada um.

Medalhistas de ouro em Londres, Bob e Mike finalmente fecharam o “Golden Slam”, depois de terem falhado nas duas últimas tentativas. Eles haviam ficado com a medalha de bronze nos Jogos de Pequim, em 2008, e sequer passaram das quartas em Atenas, quatro anos antes.

Stepanek e Paes chegaram à decisão sem terem perdido um set sequer, mas logo na primeira vez que estiveram nos saques, com o tcheco, sofreram para confirmar e salvaram quatro break-points. A quebra tardou, mas veio no sexto game, quando os irmãos norte-americanos se colocaram na frente e mantiveram a vantagem até o fim. O segundo set foi mais tranquilo para os Bryan, que logo no game inicial quebraram o serviço da parceria indo-tcheca.

Muito consistentes, com apenas seis erros não forçados durante toda a partida e 22 bolas vencedoras, Bob e Mike mantiveram mais uma vez a dianteira e abocanharam mais um título. Os norte-americanos anotaram apenas três ace, mas foram precisos tanto com a primeira bola, com 81% nos pontos disputados, quanto com a segunda, vencendo 73%, e por conta disso não cederam aos rivais uma chance sequer de quebra.


 



Escrito por Mario Georgetti - Coordenador às 15h15
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Bruno Soares é campeão de duplas mistas no US Open
06 de setembro de 2012  14h49  atualizado em 07 de setembro de 2012 às 00h47

Vitória quebrou jejum brasileiro de 11 anos sem vitórias em Grand Slams. Foto: AP

Vitória quebrou jejum brasileiro de 11 anos sem vitórias em Grand Slams
Foto: AP

O brasileiro Bruno Soares e a russa Ekaterina Makarova conquistaram nesta quinta-feira o título das duplas mistas no US Open ao vencerem o polonês Marcin Matkowski e a checa Kveta Peschke por 2 sets a 1, parciais de 6/7, 6/1 e 12/10, em Nova York, no Arthur Ashe Stadium, quadra principal do torneio. A vitória representa a quebra de um jejum de 11 anos do tênis brasileiro, que não conquistava nenhum Grand Slam desde 2001, quando Gustavo Kuerten se sagrou tricampeão de Roland Garros.

» Veja fotos e vote na mais bela tenista do US Open

A vitória coroou a grande campanha de Soares e Makarova, que tiveram pela frente três duplas consideradas cabeças de chave - inclusive na final, contra a quarta melhor ranqueada - antes de levantarem o inédito título após um emocionante super tie-break. Antes da final, brasileiro e russa já tinham passado pelo desempate decisivo em duas ocasiões: oitavas e quartas-de-final.

O primeiro set esteve nas mãos da dupla do brasileiro, que conseguiu uma quebra de saque para abrir 6/5 na parcial. No game seguinte, com erros da companheira Ekaterina Makarova, Pschke/Matkoviski reverteu a quebra sem dificuldades e fechou o set no tie-break.

O set seguinte por pouco não foi o chamado "pneu" para Makarova/Soares. A dupla venceu cinco games seguidos e teve dois break points para fechar a parcial em 6/0, mas acabou permitindo que os adversários salvassem o seu serviço para fecharem no seguinte.

No super tie-break, a russa e o brasileiro chegaram a abrir 8/4, mas permitiram a reação de Pschke/Matkowski que tiveram um match point quando o placar marcava 9/8. Makarova/Soares não desistiu e reverteu a desvantagem para fechar a parcial final em 12/10.

Durante a premiação, o brasileiro comemorou o feito e agradeceu ao público presente no Arthur Ashe Stadium, sua família, esposa, além da equipe técnica russa e brasileira que deram suporte a Soares e Makarova.

"Era para ser", celebrou o tenista, que também disse que Makarova é uma "menina muito legal", esperando reeditar a dupla com ela no futuro. "Nós tentamos manter um pensamento positivo e jogar nosso jogo", explicou a russa também depois da sofrida vitória no terceiro super tie-break encarado na competição.

Antes, Makarova/Soares já haviam tido dificuldades para superar nas oitavas-de-final Bob Bryan e Kim Clijsters, naquela que seria a última partida da carreira da tenista belga, já eliminada então do torneio de simples feminino. No super tie-break, russa e brasileiro também avançaram por 12/10, se classificando para as quartas-de-final, onde tornaram a ter sucesso no terceiro set, por 10/7, contra o holandês Jean-Julien Rojer e a australiana Anastasia Rodionova.

Azarões em quase todas as partidas da competição, Bruno Soares e Ekaterina Makarova superaram Lisa Raymond e Mike Bryan, cabeças de chave número 2 da competição, logo na estreia. Nas semifinais, novo encontro contra favoritos: os checos Lucie Hradecka e Frantisek Cermak, sétima dupla melhor ranqueada antes do Grand Slam.

Com o resultado, Soares se tornou o quinto braslero a triunfar em um dos quatro Grand Slam, juntando-se a Maria Esther Bueno (campeã em simples, duplas e duplas mistas), Gustavo Kuerten (em simples), Thomaz Koch (em duplas mistas), e Tiago Fernandes (em simples juvenil). Koch conquistou o torneio de duplas mistas de Roland Garros em 1975 ao lado da italiana Fiorella Bonicelli.



Escrito por Mario Georgetti - Coordenador às 15h06
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ITALIANAS CONQUISTA O TORNEIO DE DUPLAS DO USOPEN 2012

Italianas Sara Errani e Roberta Vinci aguardam premiação por título de duplas

Italianas Sara Errani e Roberta Vinci aguardam premiação por título de duplas

09/09/2012 - 16h39

Sara Errani e Roberta Vinci conquistam título nas duplas femininas do Aberto dos EUA

Em Nova York (EUA)

As italianas Sara Errani e Roberta Vinci foram campeãs do torneio de duplas femininas do Aberto dos EUA neste domingo ao vencerem as tchecas Andrea Hlavackova e Lucie Hradecka por 2 sets a 0, com parciais de 6-4 e 6-2.

Com a conquista de hoje, as italianas chegaram ao segundo título em Grand Slam, após ter vencido o torneio de Roland Garros e, de quebra, se transformaram nas primeiras tenistas da Itália a conquistar um título no torneio americano.

Após ganhar o primeiro set, que foi mais competitivo, as italianas mantiveram o controle do jogo e não deram chances às tchecas.

"A chave de nosso êxito é que jogamos como amigas, desfrutamos e nossa química é muito boa", declarou Errani. "Foi um torneio incrível", acrescentou.

Com a atualização do ranking mundial na segunda-feira, as novas campeãs aparecerão como dupla número um do mundo. Além disso, com o título de hoje, receberam uma premiação de US$ 420 mil (R$ 855,7 mil).

Hlavackova e Hradecka, que também foram vice-campeãs no torneio de Wimbledon, reconheceram a superioridade da dupla rival.

"Elas foram melhores e mereceram a vitória", declarou Hlavackova. "Fizemos um grande torneio, mas no final não pudemos realizar nosso sonho, que era conquistar o título", assegurou.



Escrito por Mario Georgetti - Coordenador às 14h52
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Serena perdeu só um set no Aberto dos EUA, mas dominou Azarenka e levou título

Serena perdeu só um set no Aberto dos EUA, mas dominou Azarenka e levou título

10/09/2012 - 06h01

Campeã, Serena fala como vice, mas números provam domínio sobre Azarenka

Do UOL, em São Paulo
  • Comentários3

Serena Williams havia massacrado suas adversárias anteriores e tinha pela frente Victoria Azarenka, número um do mundo, mas sua “freguesa”. Nem mesmo as condições favoráveis a fizeram acreditar nas possibilidades de ser campeã do Aberto dos EUA neste domingo. Tanto que a norte-americana reconheceu que preparava o discurso de vice-campeã. O dia também teve mais campeãs e a definição do último finalista no masculino.

 

ESTATÍSTICAS DO JOGO

SERENA WILLIAMS VICTORIA AZARENKA
13ACES0
5DUPLAS FALTAS4
77%PONTOS GANHOS
NO 1º SERVIÇO
55%
44BOLAS
VENCEDORAS
13
45ERROS NÃO FORÇADOS28

“Sinceramente, não consigo acreditar que ganhei. Estava preparando meu discurso de vice-campeã porque ela estava jogando muito bem”, afirmou Serena. A campeã teve motivos para se preocupar com a reação de Azarenka no segundo set, mas dominou a adversária nas estatísticas.

Antes de chegar à final, Serena não teve dificuldades para despachar suas rivais. Ela não havia perdido um set sequer antes de encarar Azarenka. A bielorrussa, porém, tinha o desafio de superar um retrospecto ruim contra sua rival na decisão: em dez partidas contra Serena antes da final, Azarenka só havia vencido uma vez.

As estatísticas também mostram como a força do saque foi decisiva para o triunfo de Serena. A norte-americana levou ampla vantagem nos aces. Além disso, teve um aproveitamento melhor no primeiro serviço, além de superar a bielorrussa no número de bolas vencedoras.

Nesta segunda-feira, o Aberto dos EUA conhecerá o campeão do torneio masculino. Pelo quinto ano seguido, o mau tempo provocou a mudança na data da final. Novak Djokovic e Andy Murray lutam pelo troféu. A partida será às 17h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo da ESPN Sportv 2, com acompanhamento do Placar UOL Esporte.



Escrito por Mario Georgetti - Coordenador às 14h50
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Tenista acima do peso, número 1 juvenil perde apoio da USTA
09/09/2012 às 13h07                  (0) comente

Divulgação
2012/juvenis_estrangeiras/taylor_townsend_int.jpg
Townsend teve que bancar ida a NY do bolso

 

Nova York (EUA) - A norte-americana Taylor Townsend, de 16 anos, número 1 do mundo no juvenil, teve a atenção chamada pela Federação Norte-americana de Tênis (USTA) para que perca peso. Nascida em Chicago, ela é a atual campeã juvenil do Australian Open, campeã juvenil de duplas em Wimbledon, mas foi eliminada nas quartas do US Open.

Townsend faz parte do programa de desenvolvimento de jogadores da USTA, que já recusou pagar sua passagem a Nova York para que ela pudesse disputar o US Open, e outros custos da tenista também não serão financiados até que ela perca peso e entre em forma.

Patrick McEnroe, gerente geral de desenvolvimento da USTA, comentou o fato em entrevista ao Wall Street Journal. "A nossa preocupação é a sua saúde a longo prazo, o número um, e seu desenvolvimento como jogadora. Temos um objetivo em mente: queremos vê-la jogando e brigando por títulos importantes nas chaves principais no futuro".

Sua mãe, Shelia, que pagou as despesas da viagem da filha para a disputa do último Grand Slam da temporada, disse que estava confuso com a decisão da USTA, porque afinal de contas, sua filha “é a número 1, não apenas dos Estados Unidos, mas do mundo”.

"É um choque para nós, pois Taylor tem consistentemente ido muito bem", disse ela. No entanto a decisão da USTA parece ilustrar que as suas prioridades são na importância do desenvolvimento de longo prazo, em resultados de sucesso e longevidade ao invés de resultados puramente competitivos, com a esperança de impulsionar o atual declínio do tênis americano.



Escrito por Mario Georgetti - Coordenador às 14h24
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BRASIL É 7.º NA PARALIMPÍADA LONDRES 2012

09/09/201213h50

Brasil fecha Paraolimpíada com 43 medalhas, sobe duas posições e termina em 7º

 

  • Bruno de Lima/CPB

    Tito Sena venceu a maratona T46 dos Jogos de Londres; última medalha brasileira

    Tito Sena venceu a maratona T46 dos Jogos de Londres; última medalha brasileira

Com a medalha de ouro de  Tito Sena, da classe T46 da maratona, neste domingo, o Brasil encerrou os Jogos Paraolímpicos de Londres com 21 medalhas de ouro, 14 de prata e oito de bronze, um total de 43 e na sétima posição do quadro geral de medalhas.

O país ficou a dez medalhas de ouro e a 55 no total dos Estados Unidos, que ficaram em sexto, uma posição acima. A China foi o país que mais faturou, com 95 ouros e 231 no total. Muito mais do que a Rússia, segunda colocada, com 35 ouros e 101 no total.

O desempenho brasileiro é melhor em ouros do que na última edição dos Jogos, em 2008, quando arrematou 16 douradas. Mas, no total, na edição chinesa o Brasil teve mais medalhas, com 47. Mas ficou em novo.



Escrito por Mario Georgetti - Coordenador às 14h09
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08/09/201220h15

Em dia com maior número de medalhas de ouro, Brasil é tri no futebol de cinco e bate recorde

Do UOL, em São Paulo

  • REUTERS/Eddie Keogh

    Jogadores da seleção brasileira do futebol de cinco comemora medalha de ouro conquistada em Londres

    Jogadores da seleção brasileira do futebol de cinco comemora medalha de ouro conquistada em Londres

A delegação brasileira teve seu dia mais produtivo em toda Paraolímpiada de Londres neste sábado. Com cinco medalhas de ouro conquistadas, o país ainda superou o resultado dos Jogos de Pequim e garantiu o melhor desempenho da história do país, batendo recorde nacional de medalhas.

Os ouros foram conquistados com Daniel Dias, na natação, Dirceu Pinto e Maciel Santos na bocha, Shirlene Coelho, no atletismo, e com a seleção brasileira de futebol de cinco. Os atletas do futebol, ainda, fizeram história ao garantir o tricampeonato paraolímpico.

BRASIL VENCE FRANÇA E CONQUISTA TRI PARAOLÍMPICO NO FUTEBOL DE CINCO

  • Bruno de Lima/CPB

    Grande favorito ao título do futebol de cinco dos Jogos Paraolímpicos de Londres, a seleção brasileira não decepcionou, venceu a França por 2 a 0 neste sábado e conquistou a terceira medalha dourada consecutiva do esporte. Os gols brasileiros, um em cada tempo, foram de Bill e do francês Martin Baron, que marcou contra após jogada feita pelo brasileiro Jefinho. Outro destaque na conquista da terceira medalha dourada foi o goleiro Fabio, que já havia brilhado na disputa por pênaltis na semifinal contra a Argentina. Com a França, ele fez importantes defesas e impediu que os adversários marcassem.



Escrito por Mario Georgetti - Coordenador às 13h56
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BRASIL É OURO NA MARATONA PARALÍMPICA

09/09/201208h18

Brasileiro Tito Sena conquista medalha de ouro na maratona paraolímpica de Londres

Do UOL, em São Paulo

  • Bruno de Lima/CPB

    Tito Sena vence a maratona T46 dos Jogos Paraolímpicos de Londres e leva o ouro

    Tito Sena vence a maratona T46 dos Jogos Paraolímpicos de Londres e leva o ouro

O Brasil conquistou mais uma medalha de ouro, a 21ª da Paraolimpíada de Londres, com o maratonista Tito Sena, da classe T46, na manhã deste domingo. Com uma arrancada no último quilômetro da prova, o atleta brasileiro subiu ao lugar mais alto do pódio ao fazer a marca de 2h30min40s, sua melhor marca na carreira.

O brasileiro, que teve o braço direito comprimido em 2003 quando trabalhava como operador em uma fábrica, subiu um posto no pódio da maratona T46, para atletas amputados ou com má formação congênita, já que em Pequim ficou com a medalha de prata.

E o país quase colocou mais um atletas no pódio, mas Ozivan Bonfim terminou na quarta colocação, com o tempo de 2h37m16s.

A prata ficou com o espanhol Abderrahman Ait Khamouch e o bronze ficou com o belga Van den Heede Frederic.



Escrito por Mario Georgetti - Coordenador às 13h48
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